Fototermólise seletiva
A luz é absorvida pela melanina do pêlo. O calor gerado é conduzido até ao folículo, destruindo-o sem lesar a epiderme circundante.

Solução médica para remoção duradoura de pêlo indesejado em pequenas áreas do rosto e do corpo — buço, queixo, patilhas, sobrancelhas, linha da barba, pescoço ou axilas. Utilizamos Luz Intensa Pulsada (IPL) e laser, tecnologias que actuam por fototermólise seletiva, destruindo o folículo piloso sem lesar a pele circundante.
A luz é absorvida pela melanina do pêlo e o calor gerado destrói o folículo. Como os folículos não estão todos na mesma fase do ciclo capilar, são necessárias várias sessões para resultados duradouros.
Após a primeira sessão observa-se, em regra, uma redução de 10 a 25% no crescimento do pêlo. A maioria dos pacientes necessita de 6 a 8 sessões, com intervalos ajustados ao ciclo capilar de cada zona, para atingir o resultado pretendido.
A eficácia é máxima em pele clara com pêlo escuro e grosso — o contraste pigmentar facilita a absorção seletiva da luz pela melanina. As tecnologias actuais permitem tratar também fototipos mais escuros, mediante avaliação de diagnóstico prévia e parâmetros adequados.
A fototermólise seletiva é o princípio físico que suporta a depilação a laser e IPL, reconhecido internacionalmente por dermatologistas e sociedades médicas como método eficaz de fotodepilação. É realizado sob supervisão médica, com parâmetros ajustados ao fototipo, cor e espessura do pêlo.
A luz é absorvida pela melanina do pêlo. O calor gerado é conduzido até ao folículo, destruindo-o sem lesar a epiderme circundante.
A IPL trata áreas maiores em cada emissão, permitindo sessões rápidas em zonas como axilas, buço, patilhas e queixo.
Efeitos adversos raros quando o procedimento é realizado por equipa médica: eritema transitório, edema ligeiro ou pigmentação temporária.
Intervalos entre sessões definidos pelas fases anagénica, catagénica e telogénica do pêlo — em regra 4 a 8 semanas, gradualmente espaçados.
Procedimento ambulatório: regresso imediato à rotina, evitando apenas exposição solar directa nas semanas seguintes.
Aplicação de SPF 50+ nas zonas tratadas e ausência de bronzeado prévio maximizam a eficácia e minimizam o risco de discromias.

Comece com uma avaliação de diagnóstico gratuita para determinação do fototipo, análise do pêlo e definição do número de sessões mais adequado ao seu caso.
A maioria dos pacientes necessita de 6 a 8 sessões, espaçadas por várias semanas. Após a primeira sessão observa-se uma redução média de 10 a 25% no crescimento do pêlo. Como os folículos não se encontram todos na mesma fase do ciclo capilar, são precisas sessões repetidas para atingir os pêlos em fase anagénica (de crescimento activo).
O laser emite luz monocromática, com um único comprimento de onda, enquanto a IPL (Luz Intensa Pulsada) é uma luz policromática de banda larga. Ambas actuam por fototermólise seletiva sobre a melanina do pêlo, com o calor a destruir o folículo. A escolha depende da zona, fototipo e características do pêlo.
A sensação é habitualmente descrita como um leve estalar de elástico ou picada de calor. Os equipamentos actuais integram sistemas de arrefecimento que tornam o procedimento confortável, sem necessidade de anestesia.
Antes: evitar sol, solário e autobronzeadores nas semanas anteriores; rapar 24-48h antes (nunca depilar com cera nem pinça, para preservar a raiz). Depois: compressas frias em caso de vermelhidão, proteger com SPF 50+, evitar sauna, banhos turcos e exercício intenso no próprio dia.
Está contraindicada durante a gravidez, em pacientes sob isotretinoína, em zonas com tatuagens, na região periocular, ou em pessoas com propensão a queloides ou história de cancro cutâneo na zona a tratar. A avaliação de diagnóstico prévia é essencial.
A eficácia é maior no contraste pele clara / pêlo escuro e grosso. Pêlos muito claros, ruivos ou brancos, com pouca melanina, respondem menos. Peles mais escuras (fototipos IV-VI) podem ser tratadas com tecnologias adequadas, como o laser Nd:YAG, mediante avaliação de diagnóstico.
Fala-se em «redução permanente» de pêlo: a maioria dos folículos tratados eficazmente não volta a produzir pêlo, mas alterações hormonais (gravidez, menopausa, síndromes endócrinos) podem reactivar folículos dormentes, justificando sessões de manutenção pontuais.
Para além da vertente estética, o excesso de pilosidade pode originar foliculite, pêlos encravados, quistos e fístulas pilonidais, irritações cutâneas e infecções recorrentes. A depilação médica é frequentemente indicada por razões clínicas.