PRP — Plasma Rico em Plaquetas
Factores de crescimento do próprio paciente estimulam a irrigação e a actividade folicular. Protocolo mensal seguido de manutenção; base de evidência crescente na alopecia androgenética.

A queda de cabelo é uma das principais preocupações estéticas e emocionais em consultório. A alopecia androgenética afecta cerca de 50% dos homens e 19% das mulheres caucasianas ao longo da vida. Combinamos protocolos regenerativos — PRP, mesoterapia capilar e LLLT — com avaliação de diagnóstico personalizada para travar a queda, densificar o cabelo e recuperar a saúde do couro cabeludo.
A miniaturização folicular é progressiva. Quanto mais cedo se intervém, maiores as hipóteses de travar a queda, reactivar folículos em fase de repouso e recuperar densidade.
Na base da alopecia androgenética está a di-hidrotestosterona (DHT), metabolito da testosterona formado pela enzima 5α-redutase. Nos pacientes afectados, a maior actividade desta enzima e a maior densidade de receptores androgénicos no couro cabeludo encurtam a fase anagénica (de crescimento) e miniaturizam progressivamente o folículo.
Uma parte significativa das quedas súbitas corresponde a eflúvio telogénico — cerca de 70% dos casos têm causa identificável (pós-parto, cirurgia, dietas restritivas, febre alta, alterações da tiróide, stress ou infecção viral, incluindo pós-COVID). Nestas situações, a avaliação de diagnóstico define se o quadro é auto-limitado ou merece intervenção terapêutica activa.
Cada plano é construído após avaliação de diagnóstico, análise do couro cabeludo (tricoscopia) e, quando indicado, análises complementares. As terapias regenerativas são complementares e potenciam-se entre si.
Factores de crescimento do próprio paciente estimulam a irrigação e a actividade folicular. Protocolo mensal seguido de manutenção; base de evidência crescente na alopecia androgenética.
Aplicação directa de vitaminas, aminoácidos e princípios activos no couro cabeludo, ajustada ao diagnóstico e ao tipo de queda.
Estimulação folicular por luz de baixo nível, com múltiplos dispositivos autorizados pela FDA para promover o crescimento capilar.
Observação ampliada do couro cabeludo para diagnóstico da miniaturização folicular e monitorização da resposta ao tratamento.
Quando indicado, encaminhamento para avaliação endocrinológica, análises de tiróide, ferritina, vitamina D e perfil hormonal.
Rotina domiciliária adaptada ao tipo de couro cabeludo e ao objectivo terapêutico — não existe uma fórmula única para todos os pacientes.

Comece com uma avaliação de diagnóstico gratuita: análise do couro cabeludo, definição da causa da queda e desenho de um protocolo combinado adequado ao seu caso.
As causas mais frequentes são a alopecia androgenética — hereditária, mediada pela di-hidrotestosterona (DHT) — e o eflúvio telogénico, uma queda difusa e aumentada desencadeada por um evento ocorrido cerca de 3 meses antes: pós-parto, febre alta ou infecção aguda, cirurgia (incluindo bariátrica), dietas restritivas, alterações da tiróide, stress importante ou pós-COVID.
Estima-se em cerca de 50% nos homens e 19% nas mulheres caucasianas ao longo da vida. Nos homens surge tipicamente no vértice e regiões frontotemporais; nas mulheres manifesta-se como alargamento difuso da região central com preservação da linha frontal (padrão Ludwig).
Colhe-se uma pequena amostra de sangue do próprio paciente, que é centrifugada para isolar o plasma rico em plaquetas — concentrado em factores de crescimento. Este plasma é depois infiltrado no couro cabeludo, estimulando a irrigação e a actividade dos folículos. O protocolo típico envolve várias sessões mensais, seguidas de manutenção.
É a aplicação directa, no couro cabeludo, de princípios activos seleccionados de acordo com o diagnóstico — vitaminas, aminoácidos, factores tróficos ou moléculas específicas para regulação hormonal do folículo. Actua como reforço nutricional local e complemento a outros protocolos.
A Low Level Laser Therapy tem múltiplos dispositivos com autorização FDA para o estímulo do crescimento capilar. É indolor e sem tempo de recuperação, integrando-se bem em protocolos combinados com PRP, mesoterapia e homecare.
A resposta capilar é lenta — os primeiros sinais surgem tipicamente entre 3 e 6 meses de tratamento. Os primeiros meses correspondem sobretudo à travagem da queda, seguidos de aumento progressivo de densidade. A adesão ao protocolo e à manutenção é determinante.
Quando a miniaturização folicular está muito avançada e existem áreas de calvície já não recuperáveis por tratamento médico. Nas fases iniciais e intermédias, os tratamentos regenerativos permitem travar a queda e densificar o cabelo existente; a cirurgia é reservada aos casos indicados após avaliação de diagnóstico.
Sim, sempre que exista suspeita de causa sistémica ou hormonal. Podem ser pedidas análises à tiróide (TSH, T4L), ferritina, vitamina D, hemograma, perfil hormonal ou anticorpos, para identificar factores tratáveis que estejam a contribuir para a queda.